Do dia...

"Conserva el agua, toma vino."

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Uma Parceria Picante...

Que tal apimentar a relação?
Ou, quem sabe, surpreender com um presente bem original? 

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Via Gaúcha e Consultoria Sex!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

LIQUIDA WINE VIA GAÚCHA!



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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Uvas emblemáticas, melhores que na origem

Fonte: http://www.viticultura.org.br

As uvas emblemáticas são cepas que normalmente tiveram origem em uma determinada localidade e se adaptaram facilmente, obtendo melhores resultados em outros locais. Várias uvas de origem européia se desenvolveram perfeitamente em áreas do chamado Novo Mundo e se tornaram emblema ecológico dos países onde se adaptaram. Podemos destacar as uvas emblemáticas: da Argentina, a Malbec; no Chile, aCarmenère; na Austrália, a Syrah; no Uruguai, a Tannat; nos Estados Unidos, aZinfandel; África do Sul, a Pinotage; na Nova Zelândia, a Sauvignon Blanc; na Espanha, a Tempranillo e no Brasil, a Merlot.
A palavra “emblemática” simboliza na viticultura a ligação criada entre a localidade e sua cepa de melhor adaptação, remetendo a uma representação da localidade por sua uva emblemática ou vice-versa. O uso do termo possibilita a criação de uma identidade única, favorecendo a construção de um status ou peculiaridade que seja interessante para o mercado de vinhos. Brancas ou tintas, as uvas emblemáticas apresentam alguns pontos comuns, muito embora tenhamos uma grande variedade de sabores e aromas nessas cepas distribuídas pelo globo terrestre.

Confira as principais características de cada cepa:
Malbec (Argentina) - A Malbec é uma uva tinta originária da França, mas é com ela que os argentinos produzem seus melhores e mais requintados vinhos. Na região de Mendonza, centro da indústria de vinhos da Argentina, é a Malbec a uva mais importante. Não se sabe ao certo porque essa uva foi mais bem sucedida ali do que em Bordeaux, no entanto os vinhos Malbec de Mendonza têm estrutura e densidade raramente encontradas nos vinhos de Bordeaux. O vinho da Malbec é de coloração rubi intensa, paladar tânico quando jovem, aveludando mais tarde. Vinho próprio para o envelhecimento. Dica: Alfredo Roca malbec.

Carmenère (Chile) - A Carmenère é procedente da região de Bordeaux, na França, onde é também conhecida como Grande Vidure. Os vinhos produzidos com a Carmenère possuem a fama de possuir personalidade única. No começo do século XIX a cepa foi levada para o Chile e cultivada por um longo tempo como Merlot. Em 1994 o equívoco foi desfeito, o que proporcionou a colheita adequada da Carmenère, de maturação mais tardia que a Merlot. Em pouco tempo passou a ser a marca registrada do Chile. A Carmenère produz um tinto de cor rubi profunda, com aromas de framboesa e morango, eucalipto, café, especiarias e pimenta, bastante encorpado. Harmoniza com carnes vermelhas e massas “alla arrabiata”. Dica: Santa Carolina reserva de Família.

Syrah (Austrália) - A Syrah (ou Shirar) é uma uva tinta originária do Vale do Rhône, França. É proveniente do cruzamento natural entre as variedades Mondeuse Blanche e Dureza. Seu cacho é de tamanho pequeno e médio, e as bagas são pequenas. Produz vinhos de coloração intensa, bem encorpados e aromáticos que na boca evocam frutas vermelhas, como amoras. Dica: Queulat syrah.

Tannat (Uruguai) - Também procedente da França, a uva Tannat é considerada potente e normalmente agrada ao amante de vinhos secos. A Tannat origina um tinto concentrado, de frutado profundo - cassis, framboesa, ameixa - rico em especiarias e em nuances carameladas. Se a uva for colhida madura, o Tannat estacionado em carvalho e envelhecido em garrafa se torna aveludado, macio e agradável. Dica: Salton classic tannat.

Zinfandel (Califórnia/EUA) - A Zinfandel é de origem italiana, mas atualmente é conhecida como a rainha da Califórnia. Possui um caráter versátil, podendo originar vinhos de três tipos distintos. Os vindos de Napa e Sonoma são considerados os melhores, vinhos tintos intensos, com nuances frutados e aromas amadeirados, de baunilha, coco ou tabaco. Tais atributos se harmonizam com pratos de sabor pleno como carnes vermelhas ou guisados. Os vindos de outras áreas californianas podem ser frutados e suculentos, são mais baratos e de menor expressão internacional, no entanto, possuem grande aceitação local. A terceira variedade originada da Zinfandel é um rosé produzido em várias vinícolas. É pouco apropriado para a mesa, mas comumente usado em eventos ao ar livre, servido bem frio.

Pinotage (África do Sul) - A Pinotage é um cruzamento único e popular da África do Sul de Cinsalut com Pinot Noir. Pode resultar num vinho muito frutado (banana, frutas vermelhas) e capaz de envelhecer bem em barris de carvalho. Podemos encontrar exemplares com bom custo benefício no Brasil. Dica: Two Oceans pinotage.

Sauvignon Blanc (Nova Zelândia) - Procedente da França e mesmo ocupando o segundo lugar em termo de acres plantados, é a Sauvignon Blanc a uva de maior destaque na Nova Zelândia. Produz vinhos explosivos e tensos, que evocam um espectro de verdes: limões frescos, ervas silvestres, chá verde, melão verde... Possui sabores nítidos de ervas que podem ser vigorosas e refrescantes.

Tempranillo (Portugal) - Casta de origem na Península Ibérica, chama-se assim porque amadurece cedo, “temprano” quer dizer cedo em espanhol. Esse varietal adaptou-se em Portugal na região do Douro, onde chama-se Tinta Roriz e no Alentejo como a saudosa Aragonês, que dá origem a vinhos potentes e estruturados.

Merlot (Brasil) – De origem bordolesa, com fantástico êxito na região do Pomerol, essa emblemática variedade muito destacou-se no Brasil, no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves. O terroir desta região oferece boas condições para o desenvolvimento desta casta. O resultado pode ser encontrado em rótulos como Salton classic merlot e Miolo reserva merlot.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

DUPLA DINÂMICA

É sabido que o chocolate e o vinho fazem bem à saúde. No entanto, um recente estudo revelou que ambos podem ser boa opção também para deixar o cérebro em dia!

  Contam lendas astecas que o cacau, principal ingrediente do chocolate, foi descoberto pelos deuses em uma montanha da América do Sul. Já o vinho não se sabe ao certo quem o inventou, mas há indícios de que a bebida tenha mais de 7 mil anos. O que esses dois alimentos têm em comum?
Eles deixam o seu cérebro mais afiado.
  A informação partiu de uma pesquisa publicada no The Journal of Nutrition e contou com mais de 2 mil voluntários. De acordo com os autores, aqueles que con- sumiam o doce (do tipo amargo) e a be- bida regularmente apresentaram melhores resultados nos testes cognitivos. Como isso foi possível? A explicação pode estar em um grupo de fitoquímicos presente em boa quantidade em ambos: os flavo- noides. "Poucas substâncias conseguem ultrapassar a barreira entre os vasos san- guíneos e o cérebro, e os flavonoides são uma delas", conta o neurologista Eli Faria Evaristo, do Hospital Sírio Libanês (SP).
Para a massa cinzenta, essa ação é uma ajuda e tanto. A cada instante, o órgão produz milhares de moléculas considera- das danosas para as células: os radicais livres. Eles atacam os neurônios, tendo como consequência falhas na memória.
  Para combater o problema, o organismo convoca os antioxidantes, neste caso, os flavonoides. "Eles conseguem atenuar a ação oxidante dos radicais livres, aumen- tando o tempo de vida das células", con- ta a nutricionista Ana Beatriz Baptistella, consultora técnica do Conselho Regional de Nutricionistas - 3ª Região (SP e MS). Quanto mais elas sobreviverem, melhor a função do cérebro.
MAL DE ALZHEIMER
  As causas da doença (degenerativa do cére- bro) ainda são um mistério para a ciência, no entanto, existem algumas relações já conhecidas. A proteína beta-amiloide (um tipo de proteína "ruim") é uma delas. A substância se instala dentro dos neurônios e lá inicia um processo inflamatório que causa a sua destruição. Mas os flavonoides podem diminuir a formação desse compos- to. "Eles inibem substâncias sinalizadoras de inflamação, como a beta-amiloide", ex- plica o neurologista do Sírio Libanês. Segundo Ana Beatriz, a quantidade des- ses fitoquímicos depende do tipo da be- bida. "Um estudo brasileiro indicou que o vinho tinto e seco é o que possui maior concentração de polifenóis, nutriente do grupo dos flavonoides", diz.
O LADO B
  Por mais que o alimento seja nutritivo, se consumido em excesso pode ter o efeito contrário. A história é a mesma com o chocolate e o vinho. O primeiro porque é calórico, e sua ingestão exagerada vai fazer você ganhar uns quilinhos a mais (se essa for a intenção, existem manei- ras mais saudáveis). No caso da bebida fermentada, o álcool é quem dá as ca- ras. Sabe-se que, em pequenas doses, até ajuda na circulação sanguínea. Mas quando o consumo é exagerado...
Curiosidade excitante!
Sabia que o chocolate é mais excitante do que o beijo? Foi o que uma pesquisa realizada por estudiosos da Universidade de Sussex, na Inglaterra, revelou. Casais tiveram seus batimentos cardíacos e atividade cerebral monitorados enquanto deixavam um pedaço do doce derreter na boca e, depois, enquanto se beijavam. Por mais curioso que pareça, o alimento se deu melhor no teste: dobrou o ritmo dos batimentos cardíacos dos participantes!
   Cientistas da Faculdade de Wellesley, nos Estados Unidos, comprovaram em um estudo com quase 2 mil pessoas que, quanto mais álcool se ingere, mais o cérebro encolhe. No trabalho, quem bebia mais do que 14 doses por semana tinha o órgão, em média, 1% menor do que os abstêmios. "Isso faz que o pensamento fique mais lento", alerta Evaristo. O líquido é capaz de acelerar a degeneração do cérebro, atingindo as regiões responsáveis pela capacidade da memória e percepção espacial, estas associadas a atividades como montagem de quebra-cabeças, cálculos matemáticos e leituras de mapas, por exemplo.
  A recomendação diária, de acordo com a nutricionista, não deve ultrapassar dois quadradinhos de chocolate e entre uma e duas taças de vinho (para mulheres apenas uma). E ela lembra: "Os efeitos positivos só serão potencializados se estiverem incluídos em uma dieta equilibrada".

Outros benefícios da dupla
  Quando consumidos com parcimônia, chocolate e vinho são bons aliados da saúde:
O doce contém...
Ácido esteárico: substância que inibe a absorção intestinal do colesterol.
Aminas biogênicas: neurotransmissor envolvido na melhora do humor.
Feniletilamina: neurotransmissor da paixão, coadjuvante no estímulo sexual.
A bebida contém...
Ácido benzoico: composto com atividade antioxidante.
Resveratrol: nutriente que desacelera a deterioração do organismo.
Catequinas: diminuem a concentração do colesterol ruim (LDL).
Fonte: Ana Beatriz Baptistella,nutricionista consultora técnica do Conselho Regional de Nutricionistas - 3ª Região (SP e MS)